quinta-feira, 23 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
sexta-feira, 19 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Hidroponia um ano e meio depois
Reerguida que está a estufa o projecto hidropónico está novamente com pernas para andar, para já vamos tratar do chão da estufa, montar o sistema "NFT", e por uma sementinhas a germinar.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Num dos Verões mais verdes que se tem feito sentir cá por estas bandas, tenho andado arredado destas coisas de blogues, em virtude de alguma malandrice e também por via de não haver muito para dizer, embora ao nível da horta as ervas daninhas se apresentem de forma bastante viçosa, principalmente o "rabo de gato" que se entranha em tudo o que é roupa, enfim o esforço da planta na sua reprodução. Milho doce, tomates, feijão verde, nabiça, ervilhas, cenouras, courgetes, pimentos, piri-piri, malaguetas e abóboras foi o que se conseguiu produzir neste verão. Faltando apenas colher quatro ou cinco abóboras para se proceder à limpeza das ervas daninhas e preparar a terra para receber novas culturas, já procedi à sementeira em viveiro de vários tipos de couve, penca, tronchuda, galega e lombarda, também tenho ideia de fazer um canteiro de cenoura e se vingarem umas sementes antigas de alho francês também serão plantados. A ideia principal para a próxima estação seria mesmo a montagem de uma pequena estufa com o fim de instalar um sistema hidroponico do tipo NFT, que já foi anteriormente utilizado numa estufa rudimentar que eu próprio construí e que há cerca de dez meses foi destruída por um pequeno temporal.
terça-feira, 12 de junho de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
sábado, 24 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
Pés para a frente, pés para trás
- Ó pai, brinca comigo; Brinca comigo, vá lá.
- Está bem, e vamos brincar a quê?
- Olha, esta é a mãe, que sou eu e este é o filho, que és tu.
Normalmente este é o diálogo que existe entre mim e a Leonor, quando ela se apresenta ao pé de mim com algumas das suas bonecas preferidas que nem um palmo chegam a ter de altura, mas que propiciam horas de entretenimento, com grandes conversas e aventuras entre elas, só possiveis no imaginário fértil de uma criança. Esta é apenas uma das brincadeiras que ela gosta, no entanto, há uma que se sobropõe a todas e que está relacionada com aquilo a que a leonor desde muito pequenita chama “os brinquedos” que mais não são aquilo que os adultos normalmente chamam de equipamento de parque infantil (baloiços, escorregas, balancés, etc.) de carro ou a pé, sempre que passamos junto de um local desses, aonde quer que seja, os lindos olhos dela inundam-se de um brilho fantástico e solta a frase: - Olha pai, brinquedos. Podemos ir? Vá lá, por favor.
E sempre que há algum tempo, lá vamos nós para os “brinquedos” , o balancé é interessante, o escorrega também, até permite outra brincadeira, não com o escorrega propriamente dito mas com a escada de acesso que a leonor diz ser a escada do avião e são muitas as vezes que brincamos às viagens de avião. No entanto em todo o parque infantil o preferido mesmo é o baloiço, aí sim, há divertimento a sério e sobretudo felicidade. Ainda recordo as primeiras vezes, era preciso ajudá-la para subir ao assento empurrar nas costas e ir repetindo consoante o movimento: - Pés para a frente, pés para trás.
No nosso quintal existem algumas árvores, e numa delas atei uma corda resistente com uma tábua a servir de assento e já está montado o baloiço de casa, é facto que durante o inverno não teve grande uso, mas no seu aniversário a Leonor por entre dezenas de brinquedos ao dispor para brincar com as amigas, preferia ir ao quintal mostrar o seu baloiço.
- Estou a voar, viva, iupi.
- Olha pai, os meus pés chegam ao céu.
São as frases que mais consigo reter das visitas aos parques. Algum tempo depois, continua a ser preciso, em alguns, ajuda para sentar, mas : -Agora deixa-me, já sei andar sozinha. Vê. E eu vejo, é tão bom ser o teu pai.
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